Introdução sobre Espécies Exóticas Invasoras

A propagação das espécies exóticas é hoje a segunda maior causa de perda de biodiversidade na natureza. Os efeitos dessa disseminação são avassaladores do ponto de vista ambiental, econômico e de saúde. A transposição das barreiras naturais (mares, montanhas, desertos) pelo avanço tecnológico do homem facilitou o aumento do problema. Espécies exóticas invasoras pressionam e competem diretamente (ex. habitat) ou indiretamente (ex. mudanças nas cadeias tróficas) com as espécies nativas. Sem predadores naturais, as populações dessas espécies crescem sem controle.

Espécies exóticas invasoras tornaram-se tão familiares que às vezes as confundimos com espécies nativas, sua beleza leva-nos a gostar delas; outras vezes, passam simplesmente despercebidas no meio de tantas outras espécies. Então, de forma silenciosa, estão invadindo os nossos ecossistemas e expulsando as espécies que os caracterizam, sendo consideradas uma das maiores ameaças à biodiversidade, à economia e à saúde humana.

A invasão biológica por espécies exóticas é um processo que podemos observar em todo o Mundo, e tem levado os países a unirem-se para estabelecer estratégias conjuntas de proteção – o Programa Global de Espécies Invasoras (GISP). As espécies exóticas apresentam particularidades em cada país, região ou local e por esta razão, além das estratégias gerais e globais de controle, há necessidade de desenvolvimento de estratégias regionais e locais. O Estado do Paraná está implantando políticas e projetos de controle e erradicação de Espécies Exóticas Invasoras.
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